Quem sou eu

Minha foto
Publicitária, com especialização em Marketing e Propaganda. Mestre em comunicação, administração e educação.Consultora de marketing empresarial e pessoal.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Marketing Verde

Combinar a preocupação ambiental com o marketing pode parecer um tanto paradoxal. A sustentabilidade é fundamental na filosofia do marketing verde que resolve esse paradoxo aparente. Uma abordagem sustentável do consumo e da produção envolve desfrutar um padrão material de vida hoje que não seja à custa do padrão de vida de futuras gerações. Este conceito compreende duas partes: usar recursos materiais a uma taxa em que os sistemas ambientais ou a atividade humana os possam repor (ou, no caso de recursos não-renováveis, a uma taxa que permita a sua substituição por novas alternativas); e produzir poluição e resíduos a uma taxa que possam ser absorvidos pelos sistemas ambientais sem prejudicar sua viabilidade. Tudo isso pode parecer muito fácil até nos defrontarmos com o consumidor. Quem realmente está disposto a pagar mais ou aceitar um nível mais baixo de desempenho técnico em troca de um melhor desempenho ecológico? Parece-nos óbvio que todos aceitariam de bom grado, mas, infelizmente, o consumo consciente está em queda no Brasil.
Pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro aponta que, atualmente, 57% da população mantém hábitos de consumo que levam em consideração a preservação do meio ambiente. No primeiro levantamento realizado em 2007, o percentual era de 65%.
Cabe aqui um desafio aos marqueteiros para a reversão deste quadro.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Livros

Olá pessoal!
Muitos alunos pedem indicação de livros de Marketing. Para os iniciantes eu sempre indico os livros de conceitos básicos do Las Casas e Cobra. Para os que querem se aprofundar um pouco mais aqui vai uma dica de um livro que eu gostei bastante "Gestão de Marketing e Comunicação" de Mitsuru Higuchi Yanaze. Além dos conceitos básicos, ele trata de alguns segmentos específicos do marketing.
Boa leitura!

Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados cresceu em representatividade nos últimos anos. Hoje, para muitas empresas, a data disputa o terceiro lugar no calendário comercial com o Dia dos Pais, ficando atrás apenas do Natal e do Dia das Mães. 
 Marcas dos mais diversos segmentos aproveitam a data como oportunidade de relacionamento e possibilidade de conquistar novos clientes, a partir de ações que vão de sampling até comunicação no ambiente digital. Os shoppings também investem na data para faturar com o aumento do fluxo de clientes. As ações envolvem desde sorteio de carros e viagens a brindes como jóias e porta-retratos.

Social Games

Os Social Games tem atraído a atenção das marcas como oportunidade para ações de Marketing que permitem estreitar o relacionamento com os consumidores. Segundo dados da pesquisa internacional Real Games, o Brasil é o quarto mercado de gamers no mundo, com 35 milhões de usuários, que representam 76% da população ativa da internet entre 10 e 65 anos. O país fica atrás apenas da Rússia, Alemanha e Estados Unidos.
De olho neste potencial, marcas como Del Valle, Bis, Guaraná Antarctica e Surf utilizam a plataforma para chegar aos consumidores de modo diferenciado. As inserções nos Social Games como Mini Fazenda, Colheita Feliz e Café Mania são feitas para promover os produtos e explicar conceitos, usando o atrativo da questão lúdica.
Em abril de 2010, a Kraft Foods entrou no jogo Colheita Feliz, muito popular entre os usuários do Orkut, para divulgar o Mini Bis. Os jogadores receberam como presente uma semente azul e, em 48 horas, viam "nascer" uma árvore que dava como fruto o produto. A ação teve a adesão de quatro milhões de internautas, dos 20 milhões de usuários do Colheita Feliz no período.

Geração Y

A Geração Y, refere-se a geração nascida entre os anos 1980 e 2000. São os filhos da Geração X e netos dos Baby Boomers. Como é uma geração relativamente nova, ainda não há uma conceituação clara das características desta geração, a não ser pelo fato que nasceram em um mundo que estava se transformando em uma grande rede global. A Internet, emails, redes de relacionamento, recursos digitais, fizeram com que a geração Y fizesse milhares de amigos ao redor do mundo, sem ao menos terem saído da frente de seus computadores. A mobilidade nas comunicações é outra característica associada ao consumo da Geração Y.  O que há em comum, no entanto são os novos hábitos voltados à comunicação e obtenção da informação instantânea.  A definição foi criada pelo Advertising Age. Uma revista de publicidade e propaganda Norte Americana, que definiu, em 1993, os hábitos de consumo dos adolescentes da época. Como eram filhos dos integrantes da Geração X, se achou óbvio, que esta nova geração fosse chamada pela próxima letra do Alfabeto. A Geração Y não é fiel a marcas. Tentar fidelizar esse jovem é desperdício de dinheiro. Mais do que marcas ou rótulos, a geração Y busca inovação. O Jovem da geração Y é multitarefa. Consegue falar com amigos ao telefone, enviar mensagens, visitar os sites de relacionamento e ouvir uma música. Tudo simultaneamente. A Internet está para geração Y como as bibliotecas ou bancas de jornais para as gerações anteriores. A Geração Y não sente a necessidade de aprender e se aprofundar em nada. Não há a necessidade de decorar nada. Quando precisar de uma informação, o jovem saberá onde encontrá-la. Um jovem conectado não demora mais do que poucos segundos para acessar qualquer texto que necessite. Assim, mais do que guardar livros, onde a busca da informação é imprecisa, o jovem mantém à mão sites de busca, onde instantaneamente pode acessar a informação que necessita em milhões de veículos, muitas vezes, sem custo nenhum. Aos poucos a Internet vai substituindo, para esta geração, os livros e material didático. Os dispositivos tecnológicos são uma necessidade imprescindível para esta geração.

Geração X

Os integrantes da Geração X nasceram, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980. Filhos da Geração Baby Boomers, formada logo após a Segunda Guerra Mundial e pelos pais da Geração Y. A definição se deve a um estudo realizado por Jane Deverson. A idéia era classificar a geração de adolescentes da época, que eram considerados muito rebeldes para os padrões de então.